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Cultura Pop: do povo, não do plástico

Antes de avançares, um aviso honesto. Se vieste à procura de análises ao último figurino da Taylor Swift, tendências de moda de influenciadores digitais, ou o estilo de vida de celebridades a beber sumos verdes ao pequeno-almoço, enganaste-te na porta. Não uso roupa pop, não ouço música de plástico, e o meu dia a dia está longe de ser instagramável.

Então porque é que chamei “Cultura Pop” a esta categoria?

Vale a pena resgatar a palavra do sítio onde a deixaram cair. “Pop” não nasceu para ser sinónimo de pastilha elástica ou de sintetizador barato. Vem de populus, o povo. No sentido mais honesto do termo, cultura pop é a cultura da malta: aquilo que nos mexe coletivamente, que nos cola ao ecrã, que dá conversa à mesa do café, que faz de banda sonora à vida real. É a arte que não precisa de monóculo nem de mestrado em Belas Artes para ser sentida. Entra pela pele e deixa marca, sem pedir licença.

Por isso sim, vou falar de cultura pop. Mas à minha maneira, qual Chutos & Pontapés.

Isto quer dizer que este cantinho vai ser um espaço de partilha, e ocasionalmente de terapia coletiva, sobre tudo o que envolve arte, televisão, cinema, música, livros e séries. Se uma série for genial, vou dissecá-la. Se um filme for uma desilusão pretensiosa de duas horas e meia, vou dizê-lo sem medo (cuidado com os spoilers). Se um livro me tirar o sono, partilho a insónia. Se a música atual me parecer demasiado qualquer coisa, é bem provável que sugira voltar a um bom álbum de guitarras sujas e roucas.

Prepara-te para debates acesos, alguma nostalgia sem vergonha, e acima de tudo opiniões honestas sobre as histórias que consumimos todos os dias.

Bem-vindo à cultura do povo. Sem purpurina, mas com muita alma.

Cultura Pop: do povo, não do plástico

Antes de avançares, um aviso honesto. Se vieste à procura de análises ao último figurino da Taylor Swift, tendências de moda de influenciadores digitais, ou o estilo de vida de celebridades a beber sumos verdes ao pequeno-almoço, enganaste-te na porta. Não uso roupa pop, não ouço música de plástico, e o meu dia a dia está longe de ser instagramável.

Então porque é que chamei “Cultura Pop” a esta categoria?

Vale a pena resgatar a palavra do sítio onde a deixaram cair. “Pop” não nasceu para ser sinónimo de pastilha elástica ou de sintetizador barato. Vem de populus, o povo. No sentido mais honesto do termo, cultura pop é a cultura da malta: aquilo que nos mexe coletivamente, que nos cola ao ecrã, que dá conversa à mesa do café, que faz de banda sonora à vida real. É a arte que não precisa de monóculo nem de mestrado em Belas Artes para ser sentida. Entra pela pele e deixa marca, sem pedir licença.

Por isso sim, vou falar de cultura pop. Mas à minha maneira, qual Chutos & Pontapés.

Isto quer dizer que este cantinho vai ser um espaço de partilha, e ocasionalmente de terapia coletiva, sobre tudo o que envolve arte, televisão, cinema, música, livros e séries. Se uma série for genial, vou dissecá-la. Se um filme for uma desilusão pretensiosa de duas horas e meia, vou dizê-lo sem medo (cuidado com os spoilers). Se um livro me tirar o sono, partilho a insónia. Se a música atual me parecer demasiado qualquer coisa, é bem provável que sugira voltar a um bom álbum de guitarras sujas e roucas.

Prepara-te para debates acesos, alguma nostalgia sem vergonha, e acima de tudo opiniões honestas sobre as histórias que consumimos todos os dias.

Bem-vindo à cultura do povo. Sem purpurina, mas com muita alma.